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Ficha da boa prática

Auditoria da resiliência climática em obras de drenagem urbana

2025

TCU • Brasil • Auditoria

Breve descrição

Descrição da experiência

Avaliação de obras de drenagem em municípios expostos a enchentes, com foco em risco climático e vulnerabilidade social.

Que problema climático a experiência aborda?

Chuvas extremas aumentaram a frequência de alagamentos em bairros periféricos com baixa capacidade de resposta.

Riscos climáticos identificados

Inundações, perdas materiais, interrupção de serviços públicos e aumento de riscos sanitários.

Foi incorporado um enfoque de justiça climática?

A análise verificou se os bairros mais vulneráveis foram priorizados e se houve participação social documentada.

Dimensões consideradas

Distributiva Procedimental

Objetivo

Verificar se projetos financiados com recursos públicos incorporam cenários climáticos e critérios de justiça climática.

Perguntas de auditoria

Os projetos usam cenários de chuva extrema? Bairros vulneráveis foram priorizados? Houve consulta pública?

Critérios

Acordo de Paris, Marco de Sendai e planos municipais de adaptação.

Metodologia

Análise documental, mapas de risco, entrevistas e cruzamento entre obras e indicadores socioambientais.

Metodologias ou instrumentos utilizados

Matriz de risco climático, checklist de justiça climática e painel geoespacial de obras.

Resultados

Fragilidades foram encontradas na priorização técnica e na análise de vulnerabilidade social.

Recomendações

Incluir análise de risco climático nos estudos preliminares e critérios públicos de priorização.

Replicabilidade

Alta para obras de saneamento, macrodrenagem, encostas e infraestrutura urbana.

Por que esta é uma boa prática?

Combina dados territoriais, risco climático e equidade na seleção de achados.

Lições aprendidas

A visualização territorial ajuda a explicar desigualdades de exposição climática.

Não há anexos públicos cadastrados.