Auditoria da resiliência climática em obras de drenagem urbana
TCU • Brasil • Auditoria
Descrição da experiência
Avaliação de obras de drenagem em municípios expostos a enchentes, com foco em risco climático e vulnerabilidade social.
Que problema climático a experiência aborda?
Chuvas extremas aumentaram a frequência de alagamentos em bairros periféricos com baixa capacidade de resposta.
Riscos climáticos identificados
Inundações, perdas materiais, interrupção de serviços públicos e aumento de riscos sanitários.
Foi incorporado um enfoque de justiça climática?
A análise verificou se os bairros mais vulneráveis foram priorizados e se houve participação social documentada.
Dimensões consideradas
Objetivo
Verificar se projetos financiados com recursos públicos incorporam cenários climáticos e critérios de justiça climática.
Perguntas de auditoria
Os projetos usam cenários de chuva extrema? Bairros vulneráveis foram priorizados? Houve consulta pública?
Critérios
Acordo de Paris, Marco de Sendai e planos municipais de adaptação.
Metodologia
Análise documental, mapas de risco, entrevistas e cruzamento entre obras e indicadores socioambientais.
Metodologias ou instrumentos utilizados
Matriz de risco climático, checklist de justiça climática e painel geoespacial de obras.
Resultados
Fragilidades foram encontradas na priorização técnica e na análise de vulnerabilidade social.
Recomendações
Incluir análise de risco climático nos estudos preliminares e critérios públicos de priorização.
Replicabilidade
Alta para obras de saneamento, macrodrenagem, encostas e infraestrutura urbana.
Por que esta é uma boa prática?
Combina dados territoriais, risco climático e equidade na seleção de achados.
Lições aprendidas
A visualização territorial ajuda a explicar desigualdades de exposição climática.
Não há anexos públicos cadastrados.